EXPOSIÇÕES E ATIVIDADES CULTURAIS EM FUNCIONAMENTO DURANTE AS FESTAS DE FIM DE ANO

Da Redação - editorias.obilhetedanoticia@gmail.com.br - @noticias.emcartaz

As atividades culturais ofertadas em São Paulo entram em recesso durante as festas de fim de ano e serão retomadas no início de 2026.

Confira abaixo as datas e os horários de funcionamento de algumas galerias de arte com exposições em curso na capital.




CASA TRIÂNGULODuas Luas – Fernanda Galvão

Visitação até 20 de dezembro

A galeria fecha para o público de 21 de dezembro 2025 a 11 de janeiro 2026

GALERIA ESTAÇÃO

Visitação até 23 de dezembro

A galeria fecha para o público entre 24 de dezembro 2025 e 04 de janeiro 2026

Volta a funcionar dia 05 de janeiro das 11h às 17h

A partir de 09 de janeiro - horário normal de funcionamento:

segunda a sexta-feira, das 11h às 19h – sábado: das 11h às 15h

GALERIA MARTINS&MONTERO – Desejo Negativo – Curadoria Jota Mombaça

Visitação até 24 de janeiro 2026

A galeria fecha para o público entre 21 de dezembro 2025 e 05 de janeiro 2026

Volta a funcionar 06 de janeiro - horário normal:

terça a sexta-feira, das 10h às 19h – sábado: das 11h às 16h

GALATEA OSCAR FREIRE – Anísio O Couto

Visitação até 17 de janeiro

A galeria fecha para o público entre 21 de dezembro 2025 e 11 de janeiro 2026

Volta a funcionar dia 12 de janeiro

Horários: Segunda a quinta – 10h às 19h | Sexta – 10h às 18h | Sábado – 11h às 17h

GALATEA PADRE JOÃO MANUEL – Leo Battistelli

Visitação até 17 de janeiro

A galeria fecha para o público entre 21 de dezembro 2025 e 11 de janeiro 2026

Volta a funcionar dia 12 de janeiro

Horários: Segunda a quinta – 10h às 19h | Sexta – 10h às 18h | Sábado – 11h às 17h

GALERIA GOMIDE&CO

A galeria fecha para o público entre 24 de dezembro 2025 e 11 de janeiro 2026

Retorna às atividades a partir de 12/01/2026

Horário: segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, sábado das 11h às 17h

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP

José Antônio da SilvaPintar o Brasil - Curadoria: Gabriel Perez-Barreiro

O Museu fecha para o público nos dias:

24, 25 e 31 de dezembro 2025 e 1º de janeiro 2026 

INFORMAÇÕES SOBRE AS EXPOSIÇÕES EM CURSO

Exposição "Duas luas" na Casa Triângulo

Segunda mostra individual da artista Fernanda Galvão na galeria, com curadoria de Marcos Moraes, reúne obras que convidam a uma imersão em atmosferas de realidades distintas, numa articulação de cores e formas que criam mundos visuais.

A exposição Duas luas, da artista Fernanda Galvão, pode ser visitada até 20 de dezembro na Casa Triângulo.

Com curadoria de Marcos Moraes, a segunda individual da brasileira na galeria apresenta uma nova série de pinturas que aprofundam a investigação sobre o deslocamento, a impermanência e a reimaginação da coexistência em um futuro possível.

A obra de Fernanda Galvão, que se insere em uma linhagem de pintoras que desafiam a "morte anunciada da pintura", é um convite à imersão em "atmosferas de realidades paralelas e distintas", como descreve o curador Marcos Moraes. A artista utiliza uma articulação complexa de cores e formas para criar mundos visuais que resultam de seu desejo e de suas experiências.

Mais Informações:

Duas luas

Curadoria: Marcos Moraes

Período da exposição: 18 de novembro a 20 de dezembro

Horário de funcionamento: de terça a sexta das 10h às 19h e sábado das 10h às 17h

Local: Casa Triângulo

Endereço: Rua Estados Unidos 1324, Jardins - São Paulo

Telefone: (11) 3167-5621 | www.casatriangulo.com  info@casatriangulo.com

Entrada gratuita

“Eu sou o Silva” na galeria Estação

Após exposições em Grenoble-França e Porto Alegre-RS, o artista José Antônio da Silva é homenageado em São Paulo com a exibição de um conjunto de obras do próprio acervo e de diversos colecionadores.

Últimos dias para visitar a exposição Eu sou o Silva, com curadoria de Paulo Pasta, na galeria Estação. A mostra, que encerra dia 23 de dezembro, festeja o artista José Antônio da Silva num momento de grande destaque das suas obras, após a primeira exposição monográfica europeia no Museu de Grenoble, na França, de abril a julho, como parte da Temporada Brasil-França 2025.

Eu sou o Silva – a segunda mostra do artista organizada pela galeria Estação – reúne 26 obras das décadas de 1940 a 1980, que pertencem ao acervo próprio e às coleções de Andre Mastrobuono, Breno Krasilchik, Gustavo Rebello, Ladi Biezus, Marcelo Noschese, Mauricio Buck e Orandi Momesso. Para Vilma Eid, fundadora da galeria Estação, é um momento de celebrar o artista nessa itinerância iniciada em março, na França, passando depois, por Porto Alegre, com a exposição José Antônio da Silva: Pintar o Brasil, que teve curadoria do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro, na Fundação Iberê Camargo, em agosto. Essa visibilidade é trazida também a São Paulo, onde a galeria abre as portas para mais uma oportunidade de contemplar obras icônicas, algumas inéditas, da carreira do Silva, um dos principais artistas brasileiros do século 20.

Mais Informações:

Eu sou o Silva

Galeria Estação

Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 625 – Pinheiros-SP

Período expositivo: 13/11 a 23/12

Horário de funcionamento: terça a sexta-feira – 11h às 19h | sábados: 11h às 15h

Entrada gratuita

https://galeriaestacao.com.br/pt-br/ instagram.com/galeriaestacao

Desejo negativo

Exposição coletiva com curadoria de Jota Mombaça.

Desejo negativo é uma exposição coletiva com abertura em outubro de 2025, na Martins&Montero, que investiga a teoria queer para traçar uma crítica às lógicas da reprodutibilidade – entendida aqui não apenas como processo biológico de repetição, mas como princípio normativo que sustenta o mundo hegemônico, colonial, estabelecido.

Com curadoria da artista Jota Mombaça, a mostra propõe um exercício de recusa e invenção que lança, sobre o presente, um “raio negativo” – expressão que evoca não só o desejo pela destruição do mundo tal qual o conhecemos, mas também o desejo de interromper a recorrência das formas impostas de existir. A exposição reúne artistas que cultivam, em suas práticas, esse gesto de desfazimento: não como negação estéril, mas como abertura para imaginar o que emergiria depois.

O ponto de partida é a obra do artista Hudinilson Jr., figura incontornável da arte brasileira que trabalhou com o corpo, a cópia e o cotidiano como territórios de experimentação. Sua relação com o xerox e a xerografia forma uma poética da reprodução desviada que distorce, desmonta, reencena a sua própria imagem. Ao lado de Hudinilson Jr., a exposição reúne duas artistas de gerações distintas da sua, cujos trabalhos se entrelaçam na mesma inquietação com o mundo e sua reprodução compulsória. Bruna Kury, artista carioca, transita por colaborações e coletividades, como o coletivo Coiote. Sua obra tensiona os regimes de autoria e de poder, criando alianças com corpos em dissidência. Zines, frases contestatórias e gestos táticos compõem um repertório de insurgência que faz da reprodutibilidade um campo de disputa estética e política. Tetê, artista paraense, opera entre a poesia visual e a fotografia.

Mais Informações:

Desejo Negativo

Hudinilson Jr., Bruna Kury e Tetê

Curadoria: Jota Mombaça

Período da exposição: 30 de outubro a 24 de janeiro 2026

Horário de funcionamento: de terça a sexta das 10h às 19h e sábado das 11h às 16h

Local: Martins&Montero

Endereço: Rua Jamaica, 50 – Jardins – São Paulo

Telefone: +55 11 4306 1943| www.martinsemontero.com.br | @martinsemontero

Entrada gratuita

Galatea apresenta “Anísio O Couto”

A Galatea, em São Paulo, apresenta a exposição “Anísio O Couto”, uma homenagem viva a um dos artistas mais autênticos e enigmáticos de sua geração. A mostra reúne em torno de 35 obras, entre pinturas inéditas e trabalhos emblemáticos da trajetória de Anísio O Couto, que desde sua infância na Bahia e juventude em Santa Teresa (RJ) construiu uma poética visual profundamente conectada à transformação, à cor e ao cotidiano.

Mais Infromações:

Exposição: Anísio O Couto

Abertura: 26 de novembro de 2025, das 18h às 21h

Endereço: Rua Oscar Freire, 379 – Loja 01 – Jardins, São Paulo – SP

Período expositivo: 26 de novembro de 2025 a 17 de janeiro de 2026

Horários: Segunda a quinta – 10h às 19h | Sexta – 10h às 18h | Sábado – 11h às 17h

MOSTRA “Leo Battistelli: água viva” na Galatea Padre João Manuel

A exposição Leo Battistelli: água viva, que conta com texto crítico de Leonel Kaz, reúne cerca de 29 obras, incluindo inéditas, que exploram a profunda conexão entre o homem e a natureza por meio da luz, da matéria e da espiritualidade.

Coincidindo com a realização da COP, a exposição reforça a urgência das discussões ambientais contemporâneas ao propor um olhar poético e científico sobre o planeta. Para o artista, “nós todos somos líquens” — seres biológica e planetariamente feitos da mesma estrutura da Terra.

Mais informações;

Exposição: Léo Battistelli: água viva

Abertura: 26 de novembro de 2025, das 18h às 21h

Endereço: Rua Padre João Manuel, 808 – Jardins, São Paulo – SP

Período expositivo: 26 de novembro de 2025 a 17 de janeiro de 2026

Horários: Segunda a quinta – 10h às 19h | Sexta – 10h às 18h | Sábado – 11h às 17h

MAC USP exibe obras de José Antônio da Silva após mostra em Grenoble-França e na Fundação Iberê 

A exposição em São Paulo tem adição de 23 obras do acervo do museu, incluindo pinturas e um livro de desenhos, que será exposto pela primeira vez na íntegra.

O Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) abre a exposição José Antônio da Silva: Pintar o Brasil, no dia 15 de novembro (sábado), às 11h, com lançamento do livro da mostra, pela Editora Martins Fontes. Dando luz sobre a trajetória de um dos nomes mais contundentes da arte brasileira do século 20, muitas vezes considerado o Van Gogh brasileiro, a exposição tem curadoria do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro e chega a São Paulo, com obras adicionais curadas por Fernanda Pitta, após ter passado pelo Musée de Grenoble (FR), na Temporada Brasil-França 2025, em abril, e em agosto, pela Fundação Iberê, em Porto Alegre (RS).


José Antônio da Silva: Pintar o Brasil

O público encontra no espaço expositivo um recorte que destaca a produção de pinturas e desenhos do Silva – deixando de lado sua criação como poeta, compositor e cantor – organizada por temas frequentes em suas obras, seja em determinadas fases ou durante longos períodos de sua trajetória: a vida caipira, cenas religiosas, paisagens, naturezas-mortas e autorretratos.

A exposição tem um total de 142 obras, sendo 23 acréscimos provenientes do rico acervo da instituição, o maior do artista no Brasil, formado com doações dos primeiros colecionadores de Silva, entre os quais estão Ciccillo Matarazzo e Theon Spanudis. São 15 pinturas, que, em sua maioria, retratam a vida campestre, como Paisagem rural e trabalhador com enxadas (1948), a dupla Algodoal (1953 e 1972), Boaida descansando no mangueirão (1956), Batendo algodão (1975) e Algodoal com troncos decepados (1975). Também foram adicionadas telas na seção dos retratos, e a versão paulista da mostra ganha um novo núcleo de obras dedicado aos trabalhos sobre papel do artista. Nele, está o primeiro livro de José Antônio da Silva, Romance da minha vida, composto por 76 desenhos.

A mostra é realizada com patrocínio da Petrobras e do Banco do Brasil, e apoio do Ministério da Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

Mais Informações: 

José Antônio da Silva: Pintar o Brasil

Curadoria: Gabriel Perez-Barreiro

Período expositivo: 15/11/2025 a 15/03/2026

Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, das 11h às 21h

Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 1301

Entrada gratuita

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